Quando eu cheguei, mesmo à custa
Eu lhe encarei e ela olhou para mim
Então eu lhe disse: “Não fuja!”
Mas ela se foi, mesmo assim
Ela estava com toda a sua bagagem
E me deixaria apenas o seu adeus
E em seguida partiria em sua viagem
Para longe dos olhos meus
Eu lhe implorei: “Por favor, não fuja!”
Mas ela disse que depois eu entenderia
Então, eu reparei sua roupa suja
E percebi que talvez nunca mais a veria
Ela me lançou um olhar convidativo
E talvez eu não lembre qual foi a desculpa
Então, naquele momento, eu fui fugitivo
Por não ter embarcado na sua fuga
Pesa em minha mente o arrependimento
Porque agora, você é aquela cuja
A mão eu deveria ter segurado naquele momento
E a única coisa que eu disse foi: “Não fuja!”
Nenhum comentário:
Postar um comentário