Não há ringue sem aplausos
Nem a força sem o ocaso
Temos todos cem anos pela frente
E isso nos deveria ser comovente
E o que trago não está em mãos
Nem me entrego à briga de irmãos
Não há forma de vencer esses traumas
Sem esvair-se toda paciência e calma
E o troféu é humilhação
Da pena do sufocar ao chão
Bebendo dessa fonte que escorre
É salobra, mas não mata ou morre.
E toda vida que se vê em vão
Passando em seu campo de visão
É a súplica de alguém pedindo por
nocaute
E a dúvida além do que quiser que se
mate.
Nenhum comentário:
Postar um comentário